19/08/2026
Índices dos setores de materiais básicos, estatais e financeiro lideram valorização na B3 em julho
São Paulo, 19 de agosto de 2026 – Os índices de materiais básicos, de empresas estatais e de instituições do setor financeiro registraram as maiores altas entre os indicadores calculados pela B3r em julho. O Índice de Materiais Básicos B3 (IMAT B3), que reúne companhias de mineração, siderurgia e metalurgia, químicos, madeira e papel, embalagens e materiais diversos, liderou o ranking com alta de 9,37% no mês. O resultado ocorre em meio à valorização de commodities metálicas no mercado internacional.
Na sequência, o Índice Bovespa B3 Estatais (Ibov B3 Estatais), que reúne as companhias estatais listadas na B3, avançou 7,22%. O terceiro melhor desempenho do mês foi o do Índice Financeiro (IFNC B3), com alta de 4,77%, refletindo as variações positivas de de bancos, seguradoras e instituições de previdência.
Na lista dos destaques de julho também aparecem o Índice Futuro de Boi Gordo B3 (IFBOI B3), com valorização de 4,64%; o Índice de Bancos B3 (IB3 BANCOS), com alta de 4,56%; o Índice Bovespa B3 BR+ (Ibovespa B3 BR+) que terminou o mês com aumento de 4,44%; o Índice MidLarge Cap B3 (MLCX B3), que subiu 3,86%; e o Índice Brasil 50 (IBrX 50 B3), com avanço de 3,73%.
Completam o ranking o Índice Bovespa BR+ Cap 5% B3 (IBOV BR+ Cap 5% B3), com ganho de 3,62%, o Índice Carbono Eficiente B3 (ICO2 B3), que fechou o mês com alta de 3,58%, e o Ibovespa B3 (IBOVESPA B3), que encerrou o mês de julho com crescimento de 3,47%.
Referência para ETFs
Os índices da B3 servem como referência para ETFs (Exchange Traded Funds), fundos negociados em bolsa que buscam replicar o desempenho de uma carteira específica de ativos. Na prática, ao aplicar em um ETF, o investidor adquire uma cesta diversificada de ativos em uma única aplicação, sem precisar comprar individualmente cada ação ou título que compõe o índice.
O Ibovespa e o IBrX 50, por exemplo, possuem ETFs que reproduzem suas carteiras e estão entre os produtos mais utilizados por investidores que buscam exposição ampla ao mercado acionário brasileiro. Também existem ETFs atrelados a índices setoriais e de renda fixa, ampliando as possibilidades de diversificação com custos geralmente inferiores aos de fundos de gestão ativa.
À medida que novos índices ganham relevância e despertam interesse dos investidores, eles podem servir de base para o lançamento de novos produtos, ampliando o acesso a estratégias antes restritas a investidores institucionais.
Confira abaixo o ranking dos índices que mais valorizaram em julho de 2026:
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Posição no ranking
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Índice
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Classificação
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Julho de 2026
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ETFs atrelados
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1º
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IMAT B3
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Renda Variável
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9,37%
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2º
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IBOV B3 ESTATAIS
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Renda Variável
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7,22%
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SPUB11
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3º
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IFNC B3
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Renda Variável
|
4,77%
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FIND11
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4º
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IFBOI B3
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Renda Variável
|
4,64%
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BBOI11
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5º
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IB3 BANCOS
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Renda Variável
|
4,56%
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BNKS11
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6º
|
IBOVESPA B3 BR+
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Renda Variável
|
4,44%
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NBOV11,
B3BR11,
BRAZ11
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7º
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MLCX B3
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Renda Variável
|
3,86%
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8º
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IBrX 50 B3
|
Renda Variável
|
3,73%
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PIBB11
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9º
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IBOV BR+ Cap 5% B3
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Renda Variável
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3,62%
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CAPE11
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10º
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ICO2 B3
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Renda Variável
|
3,58%
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ECOO11
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11º
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IBOVESPA B3
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Renda Variável
|
3,47%
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BOVA11, BBOV11, XBOV11, BOVB11, BOVV11, BOVX11, IBOV11, BOVS11
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Fonte: B3
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A consulta sobre a valorização dos demais índices da bolsa do Brasil pode ser feita no site da B3.